sabotando a gravidade
domingo, 19 de julho de 2026
sábado, 18 de julho de 2026
terça-feira, 7 de julho de 2026
Meu corpo anda mais solto
Mais alinhado à minha vontade
Se desprende aos poucos
Dos anos adormecido, domesticado
Aos poucos sinto meu lado esquerdo,
meus dedos,
que reaprendem a andar
Aos poucos revejo a minha fonte
Embora ainda turva
E quem sabe perdida,
Como um elo longiquo
Aos poucos revejo o meu sonho
Que reaprende a andar
domingo, 28 de junho de 2026
Questão 4 (Interdisciplinar: Artes, Cinema e Matemática)
No planejamento de um filme, a movimentação da câmera no espaço altera completamente a nossa percepção dramática. Use os controles abaixo para movimentar a câmera (🎥) em relação à atriz (👩 fixa em X = 8):
ENUNCIADO: Em uma cena de “O Que É Isso, Companheiro?”, a atriz que interpreta uma das guerrilheiras está posicionada de forma estática na coordenada $(8, 0)$ do plano cartesiano do estúdio. O diretor posiciona a câmera inicialmente na origem $(0, 0)$. Ele quer fazer um movimento físico com o equipamento para captar a expressão de vulnerabilidade da personagem em um Primeiro Plano (Close-up) usando o ângulo Plongé (câmera posicionada acima do nível dos olhos do objeto, olhando para baixo).
Para que o operador de câmera execute esse comando perfeitamente, as coordenadas $(X, Y)$ da câmera devem se modificar de forma que:
segunda-feira, 22 de junho de 2026
domingo, 31 de maio de 2026
terça-feira, 14 de outubro de 2025
terça-feira, 30 de setembro de 2025
quinta-feira, 24 de julho de 2025
terça-feira, 28 de janeiro de 2025
Hoje não recebi meu dinheiro. O aplicativo informou a análise do meu caso… há três dias.
Rodei duas semanas ininterruptas. Não há o que fazer no momento.
Só me resta rodar e rodar e rodar.
Entregar as preferências alheias, que nunca vejo, escondidas no pacotes
pardos,cuidadosamente postos na minha mochila. Sempre mirada com desprezo,
mas sempre usada.Um papel curioso de exercer.
Viver a vida subalternizada, a mais baixa das mais baixas nesse grande
esquema neoliberal. Eu que vivi o sonho de um futuro pós-universitário,
agora vivo os rostos suados e brutos
dos homens que me desprezam por estar roubando o lugar bruto e maquinário
deles. Sim, descobri que sou
boa, boa demais. Finalmente meu lado técnico serviu para alguma coisa,
nem que seja para calcular rotas,
manipular velocidades, e sentir pelo meu corpo o motor másculo que vibra
entre as minhas pernas.
Pois bem, continuarei. A única fonte imediata, diante dos lentos resultados de meus trabalhos intelectuais. O tempo passa, e é certo, com ele as necessidades diurnas e meus sonhos. As rotas que me aparecem, eis que as preciso viver.





